1 year ago on 30 January 2013 @ 8:06pm + 571,493 notes
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1 year ago on 30 January 2013 @ 8:02pm + 21,995 notes
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1 year ago on 14 January 2013 @ 4:58pm + 20 notes
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1 year ago on 13 January 2013 @ 4:21pm + 222,389 notes
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1 year ago on 25 November 2012 @ 3:29pm

Só pra tirar esse azedume do meu peito..

Então aquela tristeza profunda cede lugar à felicidade de um momento, de um detalhe. Inexplicavelmente encontro-me perplexa por tamanha instabilidade! Será a perda de controle, ou apenas sentimentos confusos e vertiginosos? O fato é que sinto raiva de mim mesma quando me faço essa pergunta, pois sei a resposta, só não consigo aceita-la. Você me desestabiliza! De repente estou contente, saltitante, feliz só pelo fato de tê-lo presente em minha vida, outrora meu mundo desaba, pois lembro do valor que não tenho para ti. Daí surge uma raiva absurda, uma angústia atormentadora, afinal sei exatamente como é teu jeito, sei que de nada adianta saber dos meus sentimentos, pelo simples fato de não fazer diferença para você. E não venha me dizer que sou especial e o escambau! Falar é muito fácil quando se é um grandessíssimo babaca, qualquer palavra ali dita pode ser mera mentira, mas quem provará o contrário? Tuas ações, isso sim, que não condizem com os fatos, que jogam a verdade na minha cara. Entretanto a maldita da história, sou eu, que não me contento com o normal, por ele não se encaixar e nem me acalmar. Então me vem a louca e decido apaixonar-me por alguém de falsos sentimentos, palavras que não correspondem as ações… Como lidar? Como fazer esse maldito sentimento passar? Como mostrar para a droga do meu coração que você é a ultima pessoa pela qual eu poderia me apaixonar? Só que antes de todo e qualquer sentimento, você era meu companheiro, aquele que eu contava sem pensar duas vezes. Sinto saudade do que você costumava ser, e do que eu era quando estava contigo. Sinto falta de quando eu fazia uma mínima diferença, ou você fingia que eu fazia. Não me chateio por não sentir o mesmo, sei que nunca foi reciproco, e nunca será. De você não espero nada, nunca esperei também, todavia além de tudo você é meu confidente, e depois de tudo o que eu já fiz por ti, só esperava um pouco de valorização, afinal não sou pouca merda. E agora, vai acabar assim? Depois de tantos anos, tantas histórias, tantas confidencias, tantas desavenças, tantas identificações, é assim que acaba? Para mim faz diferença, e muita, mesmo que eu não demonstre. E eu poderia muito bem correr atrás de ti, mais uma vez, como fiz em todos esses anos, porém valho mais do que isso, ou ao menos preciso sentir que sim. Por mais que sinta sua falta, por mais que a dor me atinja sempre que percebo o quanto nos afastamos, talvez eu até prefira continuar desse jeito, longe. Ou talvez as coisas pudessem se resolver de uma vez e esse sentimento sair logo de mim, o que acho difícil. Porém em cada verso meu, você se faz presente. E me judia, me perturba, me faz doer, me faz amar. Amar? Verbo cômico, não? Além de ser pesado, claro. Toda vez que meu coração aperta e a dor vem com força, eu rezo pedindo que tal sentimento suma, que seja apenas uma fase, uma paixão… Mas que paixão dura tantos anos e com tamanhã intensidade? Ainda tenho esperança. Antes ainda te preferia me judiando, me perturbando, me fazendo doer, me fazendo amar. Não satisfazia, só amenizava, porém hoje encontro-me saturada de qualquer sentimento, cansada de sofrer, esgotada demais para fingir que está tudo bem e exausta de ser sempre a unica prejudicada. Não que você mereça, acho injusto eu não poder compartilhar com ninguém tamanha dor. Cada palavra aqui escrita já fora dita para aqueles que se importam de verdade comigo, tenho-as decoradas, principalmente pela repressão que faço todos os dias quando tentam sair. Para você pode significar meros sentimentos que com o tempo vão passar… Para mim é algo que venho guardando por muito tempo e que simplesmente, sem mais nem menos, explodiram! Não espero que entenda, pelo contrário, quando imagino-te lendo tal carta, vejo um sorriso irônico e de diversão, daqueles que damos quando achamos alguém estupido demais. Ainda ouso imaginar no que você pensará, que sou tola, que tenho uma péssima escrita, que sou medíocre e obvia demais. Mesmo com toda essa imaginação, peço de coração que não se divirta com meu sofrimento, apenas leia, entenda e, se quiser ou de preferência, não faça e nem diga nada… Quem sabe se o silêncio será o melhor remédio para mim? Ele também pode piorar tudo, mas nessa situação comecei a acreditar que o tempo realmente cura tudo.
1 year ago on 15 November 2012 @ 10:27pm + 2,822 notes
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1 year ago on 20 September 2012 @ 10:53pm + 6,874 notes
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1 year ago on 11 September 2012 @ 4:04pm + 8,063 notes
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1 year ago on 26 August 2012 @ 12:10pm + 39,357 notes
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